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Os 6 maiores equívocos sobre aplicações móveis

Para qualquer negócio em qualquer indústria, uma aplicação móvel é um indicador do sucesso actual e de uma necessidade futura. A utilização omnipresente de dispositivos móveis pelas pessoas e o seu crescente amor pelo comércio electrónico e pelo comércio móvel levou os magnatas empresariais a tornar fundamental o desenvolvimento de aplicações móveis para empresas.

A questão hoje é que tipo de aplicação trará mais valor ao negócio: nativa ou PWA; como a experiência do utilizador e a interface do utilizador da aplicação pode ser melhorada; e qual será a estratégia de marketing da aplicação ou a próxima actualização de nível.

Mas mesmo com aplicações, muitas pessoas acreditam em mitos sobre elas, e isto dificulta significativamente as operações. Estes mitos estão desactualizados, mas as pessoas ainda tendem a acreditar neles e a criar barreiras para tornar o seu próprio negócio transparente e lucrativo. Vamos levantar o véu sobre alguns deles.

1. Utilizadores e clientes são sinónimos

Um utilizador pode ser qualquer pessoa que utilize a sua aplicação para qualquer fim: pode ser para procurar quaisquer dados ou pode ser apenas para diversão, qualquer experimentação, qualquer passatempo ou apenas para passar tempo livre. Quando os utilizadores estão dispostos a pagar pela sua aplicação, fazer uma compra, ou fazer uma encomenda, é aí que se tornam realmente clientes.

O processo de transição dos utilizadores para os clientes leva bastante tempo. Em média, uma aplicação perde 77% utilizadores activos todos os dias durante os primeiros 3 dias após a instalação, e 90% desaparece no prazo de um mês. Os restantes 10% são clientes reais da sua aplicação. Estas estatísticas não o devem fazer desistir ou desanimar com a sua própria aplicação. Pelo contrário, é um incentivo para continuar a desenvolver, transformar o seu negócio e trabalhar activamente com os seus utilizadores.

Os 6 maiores equívocos sobre aplicações móveis

2. uma boa aplicação não necessita de comercialização

Acredita realmente nisso? Se assim for, vamos ter de o desapontar consideravelmente. Não importa quão impressionante e vanguardista seja a sua ideia de aplicação móvel, as pessoas só a conhecerão quando fizer o esforço de a tornar visível. Para transformar os seus esforços em receitas, existem duas opções para atrair utilizadores:

  • Downloads orgânicos: isto é quando submete a sua aplicação à loja de aplicações (Google Play Market ou AppStore), promove-a em plataformas sociais e no espaço digital da forma que puder, e começa a receber tráfego que é depois convertido em clientes. E, sim, tem uma aplicação bem sucedida com downloads orgânicos.

  • Downloads inorgânicos: Para aumentar o número de downloads de aplicações, é necessário executar primeiro os anúncios, que são a única forma dos utilizadores chegarem à sua aplicação. Mas há uma boa probabilidade de que o retorno destes downloads seja relativamente baixo no início, porque os utilizadores ainda não foram introduzidos na sua aplicação, mas o dinheiro já foi gasto em campanhas publicitárias.

3. Os utilizadores deixaram de descarregar aplicações

No ano passado, o número de downloads de aplicações no Google Play Market e AppStore ultrapassou os 90 mil milhões. Isto representa uma taxa de crescimento anual de 15%, e em termos de receitas, 13 mil milhões de dólares, ou mesmo mais. As empresas que sucumbem a este mito irão abrandar o desenvolvimento da sua marca logo no início.

A verdade é que os utilizadores perseguem invariavelmente a conveniência, e se a sua oferta resolver alguns dos seus problemas, eles irão sem dúvida apreciá-la. O mercado de aplicações ainda está em expansão, e o seu negócio tem boas hipóteses.

4. As aplicações móveis são caras

O custo das aplicações móveis depende do número de funcionalidades que se pretende integrar nelas. À primeira vista, pode parecer muito dinheiro, mas as aplicações muitas vezes pagam-se a si próprias rapidamente.

Algumas empresas não investigam exactamente para que precisam do aplicativo, como pode ser utilizado e que características são necessárias, tornando o processo de desenvolvimento mais complicado, demorado e dispendioso. Para evitar pagar por características desnecessárias e perder as correctas, deve ser feita primeiro uma análise detalhada do mercado, dos concorrentes, do público-alvo e dos processos empresariais internos. A verdade é que o desenvolvimento de aplicações não custa assim tanto, e a falta de conhecimento e investigação torna-o mais dispendioso.

Os 6 maiores equívocos sobre aplicações móveis

5. A aplicação móvel precisa da Internet

Claro que não. Decide como vai funcionar a sua candidatura. Algumas características podem funcionar sem qualquer ligação, algumas precisarão de uma para funcionar plenamente, mas esta é fixável. As aplicações podem funcionar offline, sincronizando os dados no backend assim que o utilizador se liga à rede.

Vejamos um exemplo. Tem instalado aplicação móvel para o serviço automóvelmas não tem acesso à Internet. No entanto, uma vez aberta a aplicação, pode ver o histórico da sua visita, dicas úteis, lista de preços e até um catálogo de produtos relacionados, uma vez que as oficinas de reparação automóvel não têm assim tanto catálogo. Sim, não poderá inscrever-se para uma inspecção, por exemplo, sem uma ligação à Internet, mas pode enviar um pedido, que será automaticamente processado pelo sistema assim que retomar o acesso à Internet.

6. O futuro pertence aos bots, não às aplicações

Cada lista de previsões para o ano em curso menciona as próximas tendências de bot. Corre um rumor maciço em todo o mundo de que as aplicações vão para o cemitério e os bots são a nova régua. Não queremos minimizar a importância e as capacidades dos bots, mas há características que não estão disponíveis para eles, ou que são muito mais rápidas de fazer por conta própria numa aplicação do que através de um mensageiro. As aplicações têm sido, são e serão certamente procuradas. Não há como pensar nisso. Um consumidor utiliza 35 aplicações por mês. Os robots apenas acrescentam a esse número, não o reduzem. As duas tecnologias não competem, complementam-se uma à outra.

Conclusões

As aplicações móveis provaram a sua utilidade e popularidade mais do que uma vez. Surpreendentemente, algumas pessoas continuam a ser mal orientadas em alguns pontos. Esperamos que o nosso artigo o tenha ajudado a compreender todas as nuances, e que tome uma decisão informada sobre a forma de dimensionar ainda mais o seu negócio.

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